"Procurando Cristo nos chamados Cristãos"

"Procurando Cristo nos chamados Cristãos"

Pesquisar este blog

Powered By Blogger

quarta-feira, 17 de março de 2010

Não é o final . . .

Quarta-feira, 17 de Março, 2010

VERSÍCULO:
"Mas, depois de ressuscitar, irei adiante de vocês para a Galiléia".
-- Mateus 26:32

PENSAMENTO:
Quando Jesus fala do que ele fará "depois de ressuscitar" ele nos lembra que sua morte não é final. Todo o sofrimento e injustiça da cruz levam a uma vitória gloriosa que só seria possível por meio da própria morte. Isto é a ressurreição. Quando Jesus diz que irá "adiante de vocês para a Galiléia" lembramos que, seja quão escuro ou solitário nosso caminho, se leva em direção a Jesus, é porque ele já andou nele antes. Independente de quantas vezes você tenha caído, ou quão grandes sejam os seus pecados, Jesus ainda tem planos para você. Ele está lhe esperando adiante. É só se levantar e ir ao seu encontro com ele. Você está pronto?

ORAÇÃO:
Obrigado, Pai, pelo perdão e pela esperança que encontramos em seu filho Jesus. Nunca vimos coisa igual entre os homens. Aliás, duvidamos que isso seja possível. Mas, vendo Jesus, sabemos que o perdão dele é sem medida. Basta a gente estar disposto a se levantar e caminhar adiante até ele. Como é bela a esperança que temos em Jesus. Em nome dEle agradecemos e adoramos o Senhor. Amém.

Fonte: http://www.hermeneutica.com/jd/1/0317.html

segunda-feira, 15 de março de 2010

Fatos, versões e bravatas

14 de março de 2010 | 0h 00
PEDRO S. MALAN - O Estadao de S.Paulo


"Não tenho dúvidas de que o Brasil evoluiu positivamente ao longo dos últimos 15 anos. No governo Fernando Henrique, mudanças que hoje temos de reconhecer como muito favoráveis, tais como a consolidação do sistema financeiro - que se revelou muito mais sólido que o de outros países - ou a Lei de Responsabilidade Fiscal, representaram claros avanços para a economia. Da mesma forma, no governo Lula, conquistas sociais como a significativa elevação do salário mínimo ou a dimensão alcançada pelo Bolsa-Família, bem como a expressiva melhora de emprego formal e do crédito, constituíram exemplos de nosso progresso." O texto acima é de autoria do atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, na apresentação do belo livro Brasil Pós-Crise: Agenda para a Próxima Década, organizado por Fabio Giambiagi e Octavio de Barros.
Na mesma linha, vale lembrar o que escreveu, mais de sete anos atrás, o então coordenador do grupo de transição do já eleito presidente Lula, Antônio Palocci, no seu Relatório Final, apresentado formalmente a Lula e aos ministros já escolhidos, no final de 2002. "A instabilidade atual questiona os próprios avanços que se obtiveram com a estabilidade da moeda (...) e um marco institucional fortalecido pela responsabilidade fiscal. Estes foram progressos a serem creditados em boa parte ao governo que ora se encerra, conquistados com os esforços de todos os brasileiros. Não fazemos tábula rasa dos últimos oito anos, e não partilhamos da visão daqueles que acham que tudo deva ser reinventado."
Anos mais tarde (2007), em seu livro Sobre Formigas e Cigarras, do qual a citação acima foi extraída, Palocci nota, corretamente, que "os ganhos obtidos pelo Brasil a partir de 2003 se assentaram sobre avanços realizados em governos anteriores, que deram contribuições importantes para a estabilidade da economia (ao longo dos últimos 25 anos) como (...) a criação do Tesouro Nacional e o fim da conta-movimento do Banco do Brasil (...), a abertura da economia, estimulando ganhos de produtividade na economia nacional (...), o lançamento do real (...), a negociação das dívidas dos Estados, a resolução dos problemas dos bancos estaduais (e federais) e a instituição da Lei de Responsabilidade Fiscal. Fazer tábula rasa destas contribuições seria atentar contra a própria história do País".
O respeito aos fatos, claramente expresso por Bernardo e Palocci, se contasse com o respaldo das vozes mais sensatas de seu partido e do movimento lulista, representaria um avanço considerável em direção a um debate público mais sério e de melhor qualidade sobre o País e seu futuro. Um debate voltado para "o que fazer" com vista a assegurar a gradual consolidação do muito que já alcançamos como país e, principalmente, como - e com que tipo de lideranças - avançar mais, e melhor, no processo de mudança e de continuidade que nos trouxe até aqui.
Para tal seria fundamental evitar o lamentável maniqueísmo expresso no falso dilema do "nós" contra "eles", em que eles, os outros, seriam toda e qualquer pessoa tida como não entusiasta defensora do lulo-petismo (ou do culto à personalidade de Lula). Sempre definidos de forma variada, conforme a audiência e as conveniências do momento: os ricos, a imprensa, as elites, os que são contra os pobres, os que são contra investir no social, os que se opõem à tentativa de nos transformar num País birracial, os que não querem um País altivo e soberano, os neoliberais, os antidesenvolvimentistas.
Vago, simples e genérico assim. Em suma, uma ressentida e frequentemente raivosa "retórica da divisão", como se fôssemos um país partido em dois. Uma aposta em decisões tomadas por meio de confrontos de natureza plebiscitária, com jargões, palavras de ordem e a versão oficial adotada como verdade, independentemente da análise de dados e fatos.
A ideia de que no mundo da política o que importa é a versão, e não o fato, tem ampla disseminação entre nós. A aceitação dessa "máxima" tem implicações nada triviais para o debate público, em particular durante períodos eleitorais, nos quais, como nas guerras, a verdade figura sempre entre as primeiras vítimas.
Pois veja o eventual leitor: se o que realmente importa não são tanto os fatos, mas as versões sobre eles, por vezes muito distintas e conflitantes, segue-se que as versões que tendem a predominar - pelo menos no prazo relevante para o calendário eleitoral - são aquelas mais constantemente repetidas, aquelas mais bem financiadas por esquemas profissionais dos departamentos de agitação, propaganda e marquetagem política. Afinal, todos aprenderam com Goebbels que uma versão, se mil vezes repetida com convicção e eloquência, pode acabar assumindo foros de verdade; pelo menos para aqueles - que podem ser maioria - sem muito tempo ou condições de se debruçar sobre as evidências, os fatos e as distintas interpretações possíveis deles. O problema é particularmente preocupante quando as versões "mil vezes repetidas" estão respaldadas, direta ou indiretamente, pela ampla utilização, sem quaisquer peias, de cargos e recursos públicos, em campanhas eleitorais explícitas, iniciadas com anos de antecedência, sob o olhar complacente daqueles que preferem dar menos importância aos fatos e às leis do que às versões e às bravatas.
Há quem diga que tudo isso é apenas efeito do calor da hora, expressão das vastas emoções que fazem parte natural de processos eleitorais em sociedades de massa. Para estes, passadas as eleições, e qualquer que seja o seu resultado, o País continuaria - à nossa pragmática maneira - a avançar em seus complexos processos de continuidade e mudança. Bravatas seriam o que são; bravatas simplesmente, e nada mais. Será?


PEDRO S. MALAN, ECONOMISTA, FOI MINISTRO DA FAZENDA NO GOVERNO FHC E-MAIL: MALAN@ESTADAO.COM.BR
Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100314/not_imp524054,0.php

segunda-feira, 8 de março de 2010

Reflexão - Mandela.


Olá,


Uma pessoa muito importante, me impactou esta manhã, com este lindo poema.
Nelson Mandela costumava lê-lo na prisão, quando o desespero e a vontade de desistir batia na porta do seu coração . . .
Agenor


“Dentro da noite que me cobre
Negra como as Profundezas, de um pólo ao outro,
Agradeço ¹a Deus, louvando sua existência,
pela minha alma indômita.
Nas garras ferozes das circunstâncias
Não me encolhi, nem fiz alarde do meu pranto.
Golpeado pelo acaso,
Minha cabeça sangra, mas não se curva.
Longe deste lugar de ira e lágrimas
Só assoma o Horror da sombra,
Ainda assim, a ameaça dos anos
Me encontra, e me encontrará sempre, destemido.
Não importa quão estreita seja a porta,
Quão profusa em punições seja a lista,
Sou o mestre do meu destino.
Sou o capitão da minha alma.”

William Ernest Henley

¹aos deuses, se é que existem, (uma pequena alteração, adequando a minha realidade Cristã - Agenor, todavia respeitando qualquer tipo de crença e descrença)

sexta-feira, 5 de março de 2010

Sobre a Vírgula

Momento cultural

Sobre a Vírgula

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI.
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.



Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...

* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

E disse Jesus:

Terça-feira, 23 de Fevereiro, 2010

VERSÍCULO:
"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?"
-- Mateus 7:15-16

PENSAMENTO:
Jesus acabou de alertar os discípulos da dificuldade de entrar pela porta estreita e seguir o caminho apertado. Mesmo quando o discípulo encontrar a porta estreita e passar por ela, ele ainda terá dificuldade pela frente. O discípulo prudente busca ajuda, conselhos e orientações de outros no caminho. Mas, nem todos que parecem ser "ovelhas" podem nos ajudar. Falsos profetas andam no meio do rebanho. Isso não é novidade, mas, é dos tempos primordiais do Cristianismo (Mt 24:24; 2 Pedro 2:1; 1 João 4:1-3). Como podemos saber quem é realmente do Senhor? Não será por palavras eloquentes ou por obras impressionantes. Será pelo seu caráter e sua disposição nas coisas pequenas da vida. Da mesma forma que o fruto de qualquer planta leva tempo para amadurecer, o caráter de uma pessoa eventualmente se revela. Pode ser uma palavra ou uma atitude. Pode ser uma falta de interesse, ou indisposição para servir. Os falsos profetas estão sempre prontos a serem ouvidos, mas nem sempre dispostos a ouvirem e servirem. Que Deus nos oriente.

ORAÇÃO:
Pai, proteja-nos dos falsos profetas. Guie-nos e revele-nos tudo que precisamos ver de qualquer líder falso no nosso meio. Pedimos que o Senhor conceda arrependimento onde for preciso, assim como proteção e prudência ao seu rebanho. Em nome do Bom Pastor oramos.
Amém.

http://www.hermeneutica.com/jd/1/0223.html por Agenor Soldi Junior

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Meus anseios não só para 2010, mas para o futuro . . .


  • Anseio por outra igreja, pois à semelhança da geração que saiu do Egito, sinto que esta já não cumprirá o propósito de Deus.
  • Anseio ver emergir uma nova comunidade cristã sem ufanismo. Desejo testemunhar os crentes vivendo de forma singela, procurando vestir os nus, visitando os enfermos, alimentando os famintos e anunciando aos pobres que chegou o Reino de Deus.
  • Espero pelo dia em que as afirmações mercadológicas que prometem “explosão de milagres” se tornarão ridículas.
  • Anseio por uma espiritualidade com menos espetáculo. Desejo que o culto perca o glamur de show e que não precisemos de holofotes com produções mirabolantes para adorar a Jesus de Nazaré.
  • O cristianismo não necessita que seus pastores sejam artistas e seus adoradores, estrelas entretenimento. Jesus iniciou seu ministério com pescadores e donas de casa. Quanto mais bem produzidos comercialmente se tornarem nossos cultos, mais distantes nos encontraremos das raízes judaicas de nossa fé.
  • Anseio por uma espiritualidade comunitária onde nossas igrejas deixam de ser balcões de serviços religiosos e voltem a ser espaço de relacionamentos verdadeiros.
  • Os crentes não podem continuar tratados como clientes e nem as igrejas como meras provedoras de ajuda espiritual.
  • A fé cristã não se alicerça em funcionalidade, mas em intimidade. Pastores e líderes deveriam parar de ensinar técnicas de como conseguir bênçãos e passar a falar do amor de Deus.
  • Anseio por comportamentos menos infantis dos crentes. A maioria quer se relacionar com Deus com o intuito de levar vantagem na vida. Rapazes e moças querem ingressar na universidade através da oração; ambicionam promoções no emprego reivindicando promessas de que “são cabeças e não caudas”; acham que anulando maldições, conquistarão grande sucesso.
  • Precisamos de cristão que apelam menos para o favor divino, mas que se dispõem como cooperadores de Deus. Precisamos de menos prece por consolo e mais busca do Espírito para que nos transformemos em resposta de oração.
  • Chega de chavões, frases de efeito e dos lugares comuns. Não, não precisamos que eruditos tomem conta dos nossos cultos, basta que pregadores íntegros se derramem com verdade através de seus sermões. Ouço contínuas reclamações de pessoas que se sentiram agredidas com reflexões superficiais da Bíblia. Portanto, voltem os tribunos que falam com autoridade.
  • Anseio por uma fé menos idealista. Os evangélicos precisam parar de dourar a pílula existencial. Cristãos também sofrem, também são destratados em ambulatórios pobres e também precisam esperar em longas filas para matricular seus filhos nas escolas públicas. Vivemos uma realidade perversa e não podemos prometer irresponsavelmente, que os evangélicos serão protegidos em redomas.
  • Anseio por um genuíno avivamento cristão em minha geração. E que ele venha com novos paradigmas, novos pressupostos e novas atitudes.
  • Precisamos de menos clareza racional e mais gente espelhando a vida de Cristo. Não basta a repetição de palavras e credos; o mundo precisa testemunhar nossas boas obras para glorificar o Pai que está nos céus.
Texto escrito por Ricardo Gondim e adaptado por Agenor Soldi Junior